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  1. #161
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    Citação Postado originalmente por Kenta Ver Post
    Aquele vídeo maravilhoso da novela latina dublada em Miami estava no site do The Kitchen pra mostrar como o trabalho deles é incrível? Porque se eles consideram aquilo como exemplo pras dublagens que eles fazem... risos, né? Sinceramente, eu considero preocupante pipocar dublagens de Miami/Los Angeles/afins. Podem dizer que são poucas, mas a gente consegue ouvi-las em diversas mídias, sempre estamos tomando susto com uma nova que aparece e elas não deixam de ser produzidas. Não acho que podemos amansar com essa prática porque isso é um golpe mais forte no mercado de dublagem brasileiro que outras coisas terríveis que acontecem - como os estúdios de fundo de quintal que existem pelo país, seja no eixo Rio-São Paulo ou fora dele. Então não é por considerarmos "em pouca quantidade" ou "não tão ruins quanto há alguns anos" que eles se tornam bons (não que alguém tenha dito isso, só estou reiterando), esses trabalhos realmente não deveriam ter nossa tolerância porque é jogar contra a dublagem brasileira. Sinceramente, o mercado está cada vez mais sucateado e as distribuidoras que enviam trabalhos para Universal Cinergía Dubbing ou Mediadub International só aceleram esse processo. Fica difícil, assim, acreditar ou enxergar alguma melhora porque fatores externos e internos prejudicam a dublagem brasileira frequentemente.

    O problema é a quantidade de demanda que aumentou muito desde que os canais passaram a dublar mais e mais. Alguns dubladores como o Guilherme Lopes disseram que não tinha como deixar a dublagem só no eixo RJ-SP como era antes. Daí Miami e estúdios dentro do Brasil e fora do eixo acabam ganhando mais e mais trabalhos, seja por ocupação dos estúdios dentro do eixo que já dublam bastante, ou por preços mais baixos desses outros vindos de Belo Horizonte, Miami, Campinas e etc. Não que esses trabalhos devam ser aceitos, mas as causas devem ser bem especificadas. É por isso que cada vez mais temos "dublagens desconhecidas" aparecendo.

    Quanto ao assunto recente: esse Glitter Force é só um lixo da Saban. De certo já tinha o meu boicote quando foi noticiado, essa dublagem é só a pá pra enterrar de vez.

  2. #162
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    Citação Postado originalmente por SuperBomber3000 Ver Post
    O problema é a quantidade de demanda que aumentou muito desde que os canais passaram a dublar mais e mais. Alguns dubladores como o Guilherme Lopes disseram que não tinha como deixar a dublagem só no eixo RJ-SP como era antes. Daí Miami e estúdios dentro do Brasil e fora do eixo acabam ganhando mais e mais trabalhos, seja por ocupação dos estúdios dentro do eixo que já dublam bastante, ou por preços mais baixos desses outros vindos de Belo Horizonte, Miami, Campinas e etc. Não que esses trabalhos devam ser aceitos, mas as causas devem ser bem especificadas. É por isso que cada vez mais temos "dublagens desconhecidas" aparecendo.

    Quanto ao assunto recente: esse Glitter Force é só um lixo da Saban. De certo já tinha o meu boicote quando foi noticiado, essa dublagem é só a pá pra enterrar de vez.
    Sim, realmente a quantidade de dublagem realizada aumentou nos últimos anos, especialmente por causa desse boom que aconteceu com a TV paga. Mas não acredito que os trabalhos feitos em Miami, Campinas ou BH ocorram por falta de mão de obra no Rio ou em São Paulo, mas sim pra reduzir custos e baratear todo o processo, deixando uma margem maior para lucro. De qualquer forma, ainda considero a dublagem feita fora do Brasil pior por não estar sequer movimentando dinheiro aqui dentro. Eu já vi alguns dubladores comentando dessa questão de sair do eixo Rio-São Paulo, mas acho que é preciso ter qualidade e não dar rasteira nos preços cobrados, como ocorre atualmente - pelo menos foi o que deu a entender numa entrevista que colocaram aqui no fórum com o pessoal que dubla em BH.

    O JBox postou uma reflexão bem sensata sobre essa questão das dublagens. Eles focam em animes, mas acho que é possível estender o raciocínio pra além disso.

  3. #163
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    Citação Postado originalmente por Kenta Ver Post
    Sim, realmente a quantidade de dublagem realizada aumentou nos últimos anos, especialmente por causa desse boom que aconteceu com a TV paga. Mas não acredito que os trabalhos feitos em Miami, Campinas ou BH ocorram por falta de mão de obra no Rio ou em São Paulo, mas sim pra reduzir custos e baratear todo o processo, deixando uma margem maior para lucro. De qualquer forma, ainda considero a dublagem feita fora do Brasil pior por não estar sequer movimentando dinheiro aqui dentro. Eu já vi alguns dubladores comentando dessa questão de sair do eixo Rio-São Paulo, mas acho que é preciso ter qualidade e não dar rasteira nos preços cobrados, como ocorre atualmente - pelo menos foi o que deu a entender numa entrevista que colocaram aqui no fórum com o pessoal que dubla em BH.

    O JBox postou uma reflexão bem sensata sobre essa questão das dublagens. Eles focam em animes, mas acho que é possível estender o raciocínio pra além disso.
    Um exemplo bem pequeno, mas válido para esse raciocínio foi quando a Cloverway trouxe Trigun, Samurai Champloo e Gungrave para o Brasil em 2005. Ela planejava mandar esses 3 animes para a Álamo que era a grande cliente dela no país, só que a mesma já estava abarrotada de títulos para dublar, incluíndo filmes e animes do Animax/Sony. Então ela contratou a Som de Vera Cruz, que tinha espaço de disponibilidade para dublar esses títulos. Por mais estranho que pareça eu realmente não imagino que todos os estúdios atuais paulistas e cariocas consigam dar conta da atual demanda da TV Paga e ainda por cima com qualidade, tendo em vista exemplos como esse.
    E a entrevista a que você se refere não foi com dubladores de Campinas? Lembro-me que teve uma com o Roberto Ciantelli(ex-dublador de Miami e fundador da Mr. Dub e outros estúdios em Campinas), mas acho que não era de BH não.

  4. #164
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    Citação Postado originalmente por SuperBomber3000 Ver Post
    Um exemplo bem pequeno, mas válido para esse raciocínio foi quando a Cloverway trouxe Trigun, Samurai Champloo e Gungrave para o Brasil em 2005. Ela planejava mandar esses 3 animes para a Álamo que era a grande cliente dela no país, só que a mesma já estava abarrotada de títulos para dublar, incluíndo filmes e animes do Animax/Sony. Então ela contratou a Som de Vera Cruz, que tinha espaço de disponibilidade para dublar esses títulos. Por mais estranho que pareça eu realmente não imagino que todos os estúdios atuais paulistas e cariocas consigam dar conta da atual demanda da TV Paga e ainda por cima com qualidade, tendo em vista exemplos como esse.
    E a entrevista a que você se refere não foi com dubladores de Campinas? Lembro-me que teve uma com o Roberto Ciantelli(ex-dublador de Miami e fundador da Mr. Dub e outros estúdios em Campinas), mas acho que não era de BH não.
    Capaz que tenha sido com os dubladores de Campinas então, SuperBomber, me confundi.

    Sobre a questão da dublagem de Trigun, Samurai Champloo e Gungrave, fiquei sabendo de outra versão. Na época, algum dublador comentou que a Som de Vera Cruz ofereceu o trabalho por um preço bastante baixo a fim de mostrar o serviço e, depois, vir a ser contratada de novo. Lembro que disseram que foi "praticamente de graça" ou algo do tipo. Enfim, mas a Cloverway só enviou esses títulos pra lá e os demais da época continuaram indo pra Álamo, com exceção de YuYu Hakushô.

    E eu acredito que os estúdios brasileiros tenham sim capacidade de abrigar tudo que é dublado atualmente. A gente fica sabendo, em tempo real, de poucas coisas acontecendo, mas existem dezenas de estúdios no Rio e em São Paulo, e muitos estúdios bons que não fazem tantos trabalhos atualmente, como Wan Macher, por exemplo. Seguindo uma lógica boba: se a Lexx, que é um estúdio novo, consegue fazer tantos trabalhos pra home vídeo e televisão, por que uma Wan Macher não conseguiria? Provavelmente consegue - tanto que já dublou muitas coisas da Warner -, mas é mais cara e o distribuidor não quer pagar o preço, prefere enviar pra estúdios menores e, quando é o caso, sair do eixo Rio-São Paulo ou do Brasil. Acredito de verdade que o ponto não sejam estúdios abarrotados ou ganância dos donos de estúdios, e sim uma "visão estratégica" distante de qualidade que os distribuidores têm.

  5. #165
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    Por que a Lexx dubla tanto e a Wan Macher não? Simples.
    Pacotinho. Em São Paulo tem uma prática recorrente dos estúdios de cobrarem as produções por pacote. Por exemplo, o cliente envia uma leva de produções pagando um preço único. No Rio costuma-se cobrar cada produção individualmente, pela hora ou pelo minuto e logicamente acaba saindo mais caro. Acredito que os donos de estúdio no Rio não mudam de prática pois preferem continuar a dublar menos por um certo preço do que fazer um monte de coisa a preço de banana. Não sei como fazem em outros pólos, mas no eixo Rio-SP costuma ser assim.

  6. #166
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    Elenco da dublagem em Miami de Glitter Force - Smile Precure! nessa screen nos créditos dos episódios do netflix;

    Descubre essa voz feito por mim, em nesses endereços de videos stream on line;


    BANCO DE VOZ

  7. #167
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    Glitter Force, assim como o remake de Pooples são dublagens feitas pela Saban para o Netflix. Mas creio que é Los Angeles o local do estúdio.

  8. #168
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    Shakespeare Apaixonado - 1a Dublagem - Paulista ou Los Angeles

    http://assistir-filmes.co/shakespear...do-online.html

  9. #169
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    Em Hollywood, brasileiros ganham a vida dublando novelas hispânicas


    O sonho de um brasileiro que pretende trabalhar como ator em Hollywood nem sempre acontece da forma que se espera. Em um mercado ultra competitivo, os grandes papéis em séries e filmes de sucesso em geral são abocanhados por aqueles que têm bons agentes e que já vieram do Brasil com uma carreira proeminente na TV e no cinema nacionais — Alice Braga, Wagner Moura, Rodrigo Santoro — ou que cresceram nos Estados Unidos, como Morena Baccarin (estrela de "Deadpool" e "Homeland").

    Mesmo assim, é possível ganhar dinheiro sendo artista estrangeiro na América. E um dos mercados que há algum tempo tem ofertas de trabalho aos brasileiros é o das dublagens. No estúdio Voxx, em Glendale (leste de Los Angeles), brasileiros de diversos estados estão trabalhando com dublagens de novelas hispânicas para o mercado africano, mais especificamente Angola.

    A carioca Raquel Urey, 49, veio para a Califórnia em 1993. O objetivo era estudar artes cênicas e seguir a carreira de atriz. "Foi muito difícil por causa do meu sotaque brasileiro. Naquela época Hollywood não tinha essa abertura para a diversidade. Sou da geração pré Jennifer Lopez e Ricky Martin, porque foram eles que abriram o espaço para o mercado de atores latinos e estrangeiros. Quando você vem pra Hollywood para atuar é como ir para Las Vegas para jogar. Você pode ganhar ou pode perder. Eu vim para ganhar!"

    Nessas idas e vindas, começou a dublar filmes para companhias aéreas em 1997. "Já fiz 'Legalmente Loira', 'O Aviador', muitos… Aqui faço duas novelas. 'Pele Selvagem' e 'Voltei a Amar'. Faço quatro personagens."

    Quem já está neste ramo há 19 anos é o também carioca Mauro Blanco, 49, que veio inicialmente para estudar música. "Sou guitarrista e acabei ficando. Estudei teatro por cinco anos. Trabalhei em alguns filmes independentes, fiz novelas aqui. Cheguei em março de 1997. O primeiro filme que dublei foi o 'Fantasma', com o Billy Zane, fazendo a voz dele. Também dirigi a dublagem de 'Cold Mountain' para DVD no Brasil, fiz a voz do Leonardo DiCaprio em 'O Lobo de Wall Street'…"

    Blanco diz, no entanto, que o mercado é de altos e baixos, pois há épocas que não tem tanto trabalho. Especialmente porque existe uma lei de reserva de mercado para dubladores brasileiros que garante que mais de 70% dos trabalhos sejam realizados em território nacional.

    Mesmo assim, a voz de Blanco e de seus colegas de Hollywood poderão ser ouvidas no Brasil, já que uma das tramas hispânicas que eles estão dublando, "Allá te Espero", será disponibilizada na Netflix. Chamado pelos amigos de "papa da dublagem", o ator conta que já fez muita voz de fundo de grandes produções, como "Guerra dos Mundos". "Já teve filme que dublei em 2003 e que recebo cheques até hoje."

    O paulista André Engracia, 41, diz que sempre ouviu que tinha voz de dublador, mas nunca investiu na carreira do Brasil por causa do corporativismo da profissão. "Sempre tinha que fazer um curso muito caro, para então começar a fazer parte de um grupo superseleto. Acabei seguindo para outros caminhos. Um dia vim com uma amiga esperar que ela fizesse um teste para esse trabalho. O diretor de casting me ouviu conversando e me chamou, me botou no estúdio, deram uma cena, fiz a cena. Chamaram a diretora, o dono do estúdio e perguntaram onde eu estava escondido. Conclusão: minha amiga não pegou o trabalho e eu peguei."


    Usurpadora

    Durante a reportagem, um dos melhores momentos foi acompanhar o trabalho da diretora Leila Vieira, 28, catarinense de Joinville. Ela veio aos Estados Unidos para estudar direção, mas já na faculdade demonstrou familiaridade com novelas hispânicas. Seu TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) na faculdade de jornalismo foi sobre a novela "A Usurpadora".

    O trabalho, segundo Leila, analisa o sucesso das diversas reprises desta novela e como o SBT usa as novelas "mexicanas" para recuperar seus rankings de audiência de tempos em tempos.

    O plano é voltar para o Brasil para dirigir filmes nacionais ou novelas. "Adoro novelas. Assisti 'A Usurpadora' cinco vezes. Eu vendia Jequiti porque queria ir no 'Roda a Roda'. Eu era a loca do Silvio Santos. E isso era mais engraçado ainda porque eu sou de classe média alta. As pessoas não entendiam como eu podia gostar tanto do SBT. E meu estudo mostra que, embora o SBT seja um canal supostamente para a classe C, tem gente das classes B e A que assiste. As pessoas assistem pra zerar o Q.I. mesmo", conta aos risos.

    Ela conta ainda que, ao mesmo tempo em que trabalha, consome o produto da dublagem. Por isso está sempre fazendo comentários sobre a trama e sobre a condução deste ou daquele personagem. "Muitos dos nossos engenheiros de som, que nunca assistiram a uma novela que não fosse da Globo, começam a se interessar. Por pior que sejam, você começa a assistir e fica intrigado."


    Censura

    Dublar novelas hispânicas é, além de trabalho, uma diversão. Seja pela atuação exagerada dos atores, seja pela língua espanhola. Por isso, a equipe de dublagem, que inclui também diretores e engenheiros de som, costuma colar na parede do estúdio as frases mais engraçadas que cometam durante o processo.

    "Depois de meses dublando aquele personagem, você passa a praticamente pensar como ele. Aí a tradução às vezes vem de uma forma que você, instintivamente, sabe que não é como ele se expressaria. E saem absurdos que, no contexto, fazem sentido. Mas isso não chega a ir para a edição final", conta Engracia.

    No entanto, às vezes é necessário censurar núcleos inteiros, de acordo com as determinações dos países consumidores.

    "No caso de Angola, eles têm uma série de restrições. Na novela 'Allá te Espero', tem um núcleo com um casal homossexual que foi totalmente cortado. Então, semana passada, o personagem francês que eu interpreto usa muitas drogas. Numa conversa ele dizia: 'Isso é um cigarro de maconha! Natural…' Existe a diretriz que não se pode citar maconha. Dublamos como 'um cigarrinho do diabo'", finaliza André Engracia.


    Fonte: http://tvefamosos.uol.com.br/noticia...hispanicas.htm

  10. #170
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    Putz cara, a mulher detonou o SBT Kkkkkkk!!!

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