Não estou dizendo que seja o caso dele, mas, em geral, quem tem asco pela dublagem é porque nunca precisou dela como ferramenta de acessibilidade — e, pior, não se importa se alguém precisa dela ou não.
Há certos “intelectuais” que dizem que a dublagem nem deveria existir e ainda são tratados como grandes pensadores. O curioso é que eles são tão grandes como pensadores que não conseguem nem pensar no próximo, nem na importância da acessibilidade para quem depende dela.
Há certos “intelectuais” que dizem que a dublagem nem deveria existir e ainda são tratados como grandes pensadores. O curioso é que eles são tão grandes como pensadores que não conseguem nem pensar no próximo, nem na importância da acessibilidade para quem depende dela.
