Criatividade não é sinônimo de ignorar coerência.
Meu ponto foi simples: se a proposta é “E se fosse dublado no RJ?”, o critério mais lógico é considerar o padrão real de escala carioca. Isso não elimina hipóteses — apenas dá base para elas.
Se a ideia for desconsiderar completamente o histórico de vozes, então o título deixa de fazer sentido, porque vira apenas um fancast livre, não uma projeção dentro da lógica do mercado do RJ.
Questionar a premissa não é falta de criatividade. É discutir o conceito do tópico.
Se a única resposta possível é ironizar em vez de argumentar, talvez o problema não esteja na criatividade.
Meu ponto foi simples: se a proposta é “E se fosse dublado no RJ?”, o critério mais lógico é considerar o padrão real de escala carioca. Isso não elimina hipóteses — apenas dá base para elas.
Se a ideia for desconsiderar completamente o histórico de vozes, então o título deixa de fazer sentido, porque vira apenas um fancast livre, não uma projeção dentro da lógica do mercado do RJ.
Questionar a premissa não é falta de criatividade. É discutir o conceito do tópico.
Se a única resposta possível é ironizar em vez de argumentar, talvez o problema não esteja na criatividade.
